terça-feira, 15 de abril de 2014

Cristãos indignados com o filme Noé

Saiba por que cristãos do mundo inteiro estão boicotando o longa

O que se pode esperar quando Hollywood coloca as mãos na Bíblia? Uma megaprodução cinematográfica com orçamento de US$ 125 milhões (cerca de R$ 282 milhões), com direito a gigantes feitos de pedra, batalhas e explosões. Tudo isso somado a uma liberdade artística e uma imaginação excessivamente fértil do diretor Darren Aronofsky, que, por sinal, é ateu. O resultado é um longa-metragem sombrio, protagonizado pelo ator Russell Crowe, que dá vida a um Noé perturbado, que em quase nada lembra o escolhido por Deus no livro de Gênesis.
O abismo em relação ao que é relatado na Bíblia e a livre interpretação de Aronofsky geraram controvérsias. Países como Catar, Bahrein, Indonésia e Emirados Árabes declararam que a megaprodução hollywoodiana não chegará às suas telonas, enquanto Egito, Jordânia e Kuwait também mostraram intenção semelhante de proibir a exibição. Aqui no Brasil quem assistiu reclama do tempo perdido e do dinheiro jogado fora. “Acabei de chegar do cinema e estou profundamente decepcionada com o filme ‘Noé’. Na realidade, ele é antibíblico. Nele, até o diabo é um guardião bonzinho que na hora de morrer pede perdão e é salvo, a arca é construída em dez anos, o dilúvio dura apenas nove meses e, para encerrar, Matusalém morre nas águas do dilúvio”, desabafa Renata Rivielo, que assistiu ao filme no Rio de Janeiro.

Já o pastor Rodrigo Prota, após conversar com algumas pessoas que assistiram ao filme e ver imagens na internet, fez um desabafo: “Não vou assistir o filme. O trailer me deixou ansioso, mas percebi depois que ele foi estratégicamente editado para atrair e enganar quem conhece a verdadeira história. Durante toda a trama o nome de Deus nunca é citado. Existem anjos caídos, que na linguagem bíblica são demônios, que tentam ajudar Noé. Tudo bem colocar algumas coisas para complementar qualquer filme de história bíblica, já que a Bíblia em alguns casos não entra em detalhes. Fizeram uma bagunça com a história. Houve uma total distorção”, declara.
Há quem defenda a intenção do diretor, argumentando que ele não se baseou na Bíblia para contar a história de Noé, mas em outras mitologias, já que a história do dilúvio é contada por outros povos ao longo dos séculos. No entanto, Aronofsky admitiu que quis produzir um filme baseado na história do Noé bíblico. “Eu definitivamente queria fugir do clichê dos filmes bíblicos que mostram as pessoas da Judeia em túnicas e calçando sandálias. Isso aconteceu há muito tempo, o mundo pré-dilúvio estava na Bíblia, algo muito mágico e místico, que trata de anjos andando pelo planeta e de pessoas vivendo no milênio”, disse em entrevista ao site Collider.
Para Prota, o grande sucesso do filme nos Estados Unidos, que na semana de estreia superou a arrecadação de US$ 44 milhões, mostra um interesse da população em assistir histórias bíblicas. “A verdadeira história de Noé é fascinante e, por si só, já seria uma das grandes bilheterias da Paramount. As pessoas acreditam que o filme realmente vai falar sobre a Bíblia, mostrar a fé de Noé, mas na realidade é uma grande mentira, pois omite fatos importantes”, afirma o pastor.
O apelo comercial da Paramount, estúdio responsável pela produção, acabou se tornando um desserviço para aqueles que querem conhecer uma das mais importantes histórias da Bíblia. Noé foi um homem justo e exatamente por isso foi escolhido por Deus para sobreviver ao dilúvio e construir a famosa arca.
Além dos monstros de pedra, os “demônios do bem”, e das batalhas que nunca existiram nas Escrituras Sagradas, a distorção da imagem e do caráter de Deus é a mais grave e imperdoável das controvérsias do filme. Este “deus” do filme é cruel, intolerante e distante. A aliança dEle com seu povo (a parte mais importante da história de Noé) foi completamente ignorada. Você assistiria um filme que distorce a sua história e das pessoas que ama? Somente ao deixarmos de ver produções como essa é que Hollywood vai entender que não pode usar a Palavra de Deus da maneira que quiser.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Pensamentos



Pensamento é como o leme de navio. Um mínimo de inclinação já é suficiente para desviá-lo da rota.
Quando sujeitamos o raciocínio ao pensamento de alguém, direcionamos o leme de nosso barco da vida de acordo com a vida desse alguém. Se esse alguém caminha às cegas neste mundo, também estaremos seguindo o mesmo destino.
Quando sujeitamos o raciocínio aos pensamentos do Criador - fé bíblica - estabelecemos a rota segura para o destino feliz. Se não houver desvio para a direita ou para a esquerda, a Palavra dEle garante alcançar a Terra Prometida.
Quem quiser que faça a prova.
Não se trata de seguir uma religião, filosofia ou coisa parecida, mas do uso da inteligência. A Bíblia abarca parte da sabedoria do Criador e, quem usa essa sabedoria, ainda que seja o mínimo, extrairá dali a plenitude de vida.
Quando penso e pratico os pensamentos do Eterno, desprezo ideias, conselhos e pensamentos fúteis e vazios deste mundo; elimino dúvidas e medos de fracassos.
Há segurança, há certeza no meu caminhar (navio), com ou sem tribulações (tempestades) porque não dependo do que sinto ou deixo de sentir, mas do que está escrito. As promessas do Todo-Poderoso me garantem chegar ao porto seguro.
A fé inteligente sempre nos remete para frente.
Finalmente, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso o que ocupe o vosso pensamento.Filipenses 4.8
Em outras palavras:
Finalmente, amigos, tudo o que é falso, tudo o que é desrespeitável, tudo o que é injusto, tudo o que é impuro, tudo o que é odioso, tudo o que é de má fama, se alguma desonra há e se alguma depreciação existe, seja isso expulso do seu pensamento.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

CUIDADO COM O QUE VOCÊ POSTA NA INTERNET

O que você posta nas Redes Sociais não são só os seus amigos que conseguem visualizar, as vezes até pessoas que você nem imagina que existe está vendo a sua intimidade.

Cuidado, pois o que você posta pode ser usado contra você. Assista o vídeo, entenda e Compartilhe!

sábado, 5 de abril de 2014

Um vício que a levou a uma atitude extrema

Entenda o motivo pelo qual a jovem Carla Fernanda trocou o conforto do lar e o carinho dos pais pelas drogas e decepções sentimentais

A vendedora Carla Fernanda Andrade, de 29 anos, experimentou um cigarro de maconha aos 15 anos. Em meio ao turbilhão de emoções próprias da adolescência, ela viu o relacionamento com a família ser abalado pela rebeldia cuja razão não era evidente.
“Lembro que era uma garota vazia, complexada, frustrada profissionalmente e sentimentalmente. Frequentei religiões e nelas cheguei a cumprir alguns ritos, mas as poucas mudanças não foram positivas. A bebida alcoólica foi só o primeiro passo para buscar nas drogas um refúgio. A cada consumo eu tentava preencher o vazio que sentia. Quem olhava para mim não entendia o motivo de tanta revolta, tristeza e rebeldia, já que não me faltava nada. Mesmo com todo conforto e o carinho que recebia dos meus pais, nada estava bom, nada me agradava”, lembrou Carla.
Sentia tanta insatisfação que, aos 17 anos, ela deixou a casa da família. Longe dos pais, Carla passou a fumar crack, mas logo partiu para o consumo de cocaína e ecstasy. O consumo das drogas estava sempre associado à companhia de vários amigos e à frequência a casas noturnas.
“Foi nessa época que me afundei nas drogas, não passava nem um dia sequer sem fumar um baseado. Cheguei a me envolver com um homem mais velho porque ele me fornecia muitas drogas. Eu era depressiva, tinha dias que me trancava no quarto e não saía para nada, nem banho tinha vontade de tomar. Muitas foram as noites de sofrimento. Quando estava sem cocaína, chegava a sentir fortes dores na região da barriga (algo que acontecia por causa da abstinência). Aquela dependência era horrível. Eu via vultos constantemente e sempre tinha a impressão de que alguém estava atrás de mim. Cheguei a me prostituir para manter o vício”, disse.
Foi em uma festa que Carla conheceu um rapaz com quem passou a manter uma relação amorosa. Eles decidiram morar juntos e com isso a jovem se aproximou da mãe do namorado, o que fez a vida dela ganhar um novo rumo.
“Ela era da Universal e me convidou para conhecer o trabalho da igreja, mas, como frequentava outra religião, sempre recusava. Porém comecei a observá-la, percebi que ela era diferente, que não se abalava diante das lutas, tudo em que ela colocava as mãos dava sempre certo. Essas coisas despertaram muita curiosidade em mim. Então, um dia eu pedi para ir junto com ela à igreja. Assim que tive acesso às mensagens sobre a fé e o amor de Deus, minha visão se abriu e me lancei de cabeça. Aprendi a buscar em Deus a libertação dos vícios e consegui. Aquele vazio foi preenchido, as tristezas e angústias não fazem mais parte de mim. Hoje seguir a Deus é o meu maior prazer”, finalizou Carla. 

Sacrificio Como Voce Nunca O Entendeu



Seria bom que todos entendessem o real sentido da palavra sacrifício, pois é algo muito mal compreendido hoje em dia. Para isso, vamos viajar no tempo e voltar à ideia original do sacrifício, que veio do próprio Deus. Sacrifício, no sentido espiritual, envolve muito mais do que papel no altar. É toda a vida de uma pessoa. Mas vamos primeiro entender um fato importante.
A definição da palavra "sacrifício" no Dicionário Aurélio revela um fato que pode nos ajudar a entender a incompreensão sobre o tema. Veja:
sa.cri.fí.cio 
sm (lat sacrificiu): Oferta feita à divindade, em meio a cerimônias. / Fig. Renúncia voluntária ou forçada a algo que se possui. / Sacrifício humano, imolação de uma pessoa à divindade. / Espírito de sacrifício, tendência a sacrificar-se ou a ceder sem benefício imediato. / Privações, despesas voluntariamente impostas.
No entanto, a palavra "sacrifício" em hebraico (korban, le-hakriv) é da mesma raiz dechegar perto, aproximar-se, tornar-se intimamente envolvido em um relacionamento com alguém. Essa deveria ser a real intenção do sacrificante. De fato, é lamentável que nenhuma palavra no idioma português possa expressar adequadamente o profundo significado da palavra “korban” (קרבה) em hebraico. Hoje usamos a palavra "sacrifício" por falta de outra que tenha o mesmo sentido do hebraico.
Mas não é só um problema de tradução. Muda a palavra, muda o sentido. E se muda o sentido, não entendemos o que estamos fazendo ao sacrificar para Deus.
A ideia de ‘sacrifício’ em português indica um despojamento de algo de valor para o recebimento de outro maior ou uma atitude incondicional por alguém ou por algo a ser conquistado. Isso não tem ligação com o sentido original da palavra “korban”. Primeiro de tudo, “korban” é uma palavra que não carrega o significado de dar um presente ou oferta. Isso porque, na consciência judaica, dar algo a Deus é se achar superior a Ele. Quem somos nós e o que temos para dar alguma coisa ao Altíssimo? Como orou Davi, quando ele e seu povo apresentavam seus sacrifícios a Deus para construir o Templo:
Porque quem sou eu, e quem é o meu povo para que pudéssemos dar voluntariamente estas coisas? Porque tudo vem de Ti, e das Tuas mãos to damos. 1 Crônicas 29.14
O real sentido da palavra “korban” é usado exclusivamente na Bíblia em hebraico para demonstrar o relacionamento e aproximação do homem com Deus. Ou seja, para entender a palavra sacrifício, temos que compreender sua raiz bíblica original.
Se a definição de korban é "chegar mais perto” ou “aproximação", então o objetivo dos sacrifícios no Templo é nada menos que dedicar a própria vida a Alguém muito superior. É a aproximação de um ser humano à Fonte de toda a vida. Você sabe o que isso significa? O sacrifício no Templo não trazia uma ideia de dar algo ou perder algo de valor, mas de uma entrega total para uma aproximação total ao Criador.
Assim como o Rei Davi orou, no Salmo 73.28: Mas para mim, bom é aproximar-me de Deus — para os sedentos, proximidade com Deus é a mais verdadeira, a mais pura e sublime expressão da palavra sacrifício.
Sem esta aproximação a Deus, que é o que dá verdadeiro sentido à vida, a pessoa fica sem rumo, buscando uma razão de viver em coisas que lhe proporcionam um conforto temporário, como o próprio dinheiro. Ela se sente como um mero animal, vazia naquilo que a faz diferente dos animais: sua alma.
Aquele que se entrega por meio de um sacrifício/aproximação é como aquele novilho que era consumido pelo fogo no altar. E o que acontece no altar, também acontece na mente e no coração daquele que o ofereceu.
Prepare-se para o grande dia — o dia em que todos poderão entrar no Templo do Deus Altíssimo para se colocarem perante Ele como verdadeiros sacrifícios. Mas desta vez, não para uma aproximação apenas como acontecia no passado, mas para que o Espírito Santo se aposse completamente de suas vidas.
Inauguração do Templo de Salomão. Em breve.
Ah, que dia!

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