quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

 Eu era complexada, me sentia rejeitada.
A partir dos 13 anos comecei a fumar cigarro, beber e sair para “festinhas”, nas quais eu bebia tanto que nem me lembrava de como chegava em casa.
Tive depressão profunda, tomava medicamentos tarja preta para dormir e mesmo assim não dormia. Tinha ataque de pânico, insônia, dores no corpo, dor no estômago, ouvia vozes e via vultos. Além disso, tive bulimia e anorexia, malhava 4 horas por dia, pois eu só me preocupava com o meu corpo, com a aparência. Queria ser a “poderosa”, queria chamar atenção de todos, me vestia de forma vulgar, com decotes e roupas curtas. Eu era infeliz.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Parecia impossivel mudar


Cresci em meio a uma turbulência espiritual. Meu pai, por servir aos encostos, obrigava-nos a conviver diariamente com tais práticas macabras. Aos 5 anos de idade eu já sofria com visões de vultos e audição de vozes. Embora fosse algo tão natural, já que os encostos faziam parte da família, isso me perturbava muito. Tinha desmaios constantes e dores no corpo que faziam os médicos ficarem pasmos por não conseguirem diagnosticar nada. Conforme eu fui crescendo, as perturbações foram aumentando.
Lembro-me de que todas as noites eram terríveis por causa dos pesadelos. Eu sonhava com mortos querendo me devorar e, se não bastasse, durante o dia eles me seguiam, chamando pelo meu nome e infernizando minha vida.
Nessa época minha família ia ficando cada vez pior. Meu pai, de tanto beber virou alcoólatra, a ponto de chegar em casa bêbado e agredir a todos nós. Bispo, era pavoroso, pois já ficávamos na expectativa de sermos agredidos por ele. Isso era constante e bastante dolorido. Eu chorava muito porque queria ser como as demais crianças que tiveram infância normal, coisa que eu desconheço.
Em uma certa ocasião, ele me levou a uma consulta, e um dos médiuns do terreiro disse que eu tinha que desenvolver minha mediunidade. Mesmo criança, tive que dedicar todo o meu tempo aos encostos, recebendo responsabilidades de uma entidade que eu deveria servir durante toda minha vida. É claro que nada melhorou com isso. Eu tinha até que andar e me vestir como ele, o senhor acredita?
Já adolescente, passei a odiar o meu pai. Tinha gosto de sangue na boca e desejo de morte, uma vez que me tornei muito complexada devido a toda aquela situação. Pedia paz diariamente para a minha entidade, e em troca recebia o inferno de vida. Ao mesmo tempo que eu planejava a minha morte, desejava ardentemente o mesmo fim para o meu pai. Esse ódio cresceu tanto em mim que não conseguia mais dormir. Isso não saía da minha cabeça.
Decidimos então ir à Universal, devido à insistência de uma obreira que nunca desistia. Durante um bom tempo lutei pela minha libertação. Foi muito difícil. Mesmo parecendo que não queria nada, eu queria sim, mas aquela entidade não queria me perder. Aos poucos, fui mudando, as dores constantes foram desaparecendo, os desmaios e as perturbações também, mas o meu maior conflito ainda me incomodava: o meu interior.
Eu sabia que tinha que decidir, e foi o que fiz. Foi a experiência mais maravilhosa que já aconteceu em minha vida. O que eu pedi a vida inteira para "minha entidade", Deus me concedeu em um único ato de decisão: a Paz!
Ah, que dia! Um dia que radicalmente mudou minha história, e hoje, como obreira, consigo transmitir isso a tantas pessoas.

Aline Lima - Alto Vera Cruz/MG

Não se Corrompa

NÃO SE CORROMPA

Muitos se corrompem as escondidas achando que jamais será descoberto, mas hoje sua "sujeira" é revelada e mostrada para todos em forma de vergonha.

O Bispo Edir Macedo no vídeo abaixo explica de forma clara e objetiva que a justiça de Deus nunca falha, e ensina a importância de andarmos na justiça, jamais buscando facilidades para sobressair e vencer fácil. O Bispo cita exemplos de políticos que era admirado por muitos, mas por causa da sua sujeira por "baixo dos panos", acabou sendo descoberto e hoje todos conhecem a sua vergonha. Assista:

Terra esteril e para os rebeldes

Em uma de minhas primeiras visitas ao Templo, passou no telão um versículo em que eu nunca tinha reparado.
Deus faz que o solitário more em família; tira os cativos para a prosperidade; só os rebeldes habitam em terra estéril. Salmos 68.6
Pense bem. Isso acaba com aquela teoria religiosa de que uma vida miserável é provação de Deus e joga no colo de cada um de nós a responsabilidade sobre a nossa vida. A Bíblia é bem clara em relação ao papel de Deus. Não há dúvida alguma sobre o que Ele deseja fazer na vida daqueles que O servem: a promessa não é apenas para a vida após a morte, mas para hoje, para agora.
Deus supre todas as nossas necessidades. Ou, pelo menos, é isso que Ele deseja fazer. Está solitário? O desejo de Deus é que você more em família. É isso o que Ele quer fazer por você. Está vivendo uma vida mesquinha, de miséria, de escravidão? Deus quer lhe dar prosperidade (interessante, não? Aqueles que nos criticam quando falamos em prosperidade, estão criticando Quem escreveu a Bíblia...).
E por que isso não tem acontecido na vida de todos? Por que temos tanta gente boa sofrendo, vivendo de derrota em derrota? Por que tantos crentes por aí não conhecem prosperidade em nenhuma área e continuam a viver de migalhas, em uma vida miserável?
A última frase nos atinge como um tiro certeiro: Só os rebeldes habitam em terra estéril.
Fiquei olhando para aquela frase no telão e, mesmo quando ela desapareceu do meu campo de visão, não saiu da minha mente. “Só os rebeldes habitam em terra estéril”... O versículo não nos dá escapatória. Não diz que alguns dos que habitam em terra estéril são rebeldes. Se dissesse “os rebeldes habitam em terra estéril” eu poderia achar que tem mais gente lá com eles, o que aliviaria a barra de muitos cristãos. No entanto, ao dizer que “só os rebeldes habitam em terra estéril”, a Bíblia é dura e cortante. “Só” é um termo de exclusão. Ninguém além dos rebeldes habita em terra estéril. É lugar exclusivo para eles.
Então, corri para a Bíblia, para ver se o contexto salvaria a compreensão. Às vezes, um versículo isolado pode dar uma ideia errada do que o texto quis dizer, e lendo os versículos que vêm antes e os que vêm depois, vemos que aquilo significava algo completamente diferente. Mas, muito pelo contrário, o contexto só confirmou o que o versículo dizia. O capítulo inteiro fala de como Deus é impressionantemente poderoso, fala do cuidado que Ele tem com o Seu povo. Só quem se dá mal é quem não está com Ele. Simples assim.
A pessoa que assiste aos cultos todas as semanas, faz suas orações frequentemente, dá ofertas e talvez até tenha um título na igreja, mas está habitando em terra estéril, em uma vida miserável, infeliz e oprimida pode não entender...”por que isso acontece comigo? Eu estou fazendo tudo certo! Não faço nada de errado!” Ela jamais iria se considerar rebelde. Como pode ser rebelde alguém que vive na igreja?
Porém, o que Deus considera é algo que ninguém mais vê. É algo no mais profundo do nosso ser. Sua forma de enxergar as pessoas...os olhos maus, a língua maldosa, às vezes até em tom de brincadeira...a mágoa, a falta de controle, a mentira, a falta de temor, a falta de reverência, a falta de respeito aos pais, ao marido, às leis... O dicionário Michaelis define “rebelde” da seguinte maneira:
1. Que se revolta ou se insurge contra o governo ou contra a autoridade legitimamente constituída; insurgente, insurreto. 2. Que não obedece; que não se deixa domar; que não se submete. 3. Indisciplinado, teimoso.
O rebelde é aquele que não se submete à autoridade de Deus e não respeita às autoridades aqui da Terra. É aquele que se recusa a obedecer. Não se sujeita à disciplina do Altíssimo. Quer fazer tudo na força do seu próprio braço. Acha que pode burlar as regras, quer que as coisas sejam do jeito que ele acha que têm de ser, não está nem aí para o que Deus pensa a respeito.
O rebelde acha que é um revoltado, mas o revoltado teme a Deus e O respeita. O revoltado é revoltado contra a situação e não contra a Autoridade. Justamente por saber que Deus é poderoso, ele não aceita uma situação que vá contra o que está escrito.
O rebelde não dá ouvidos a Deus. Não obedece, pois não quer sacrificar de verdade. Pode ter facilidade de colocar dinheiro no Altar, mas não quer colocar sua vontade no Altar. Que me desculpem os religiosos, mas quem tem habitado em terra estéril está na categoria dos rebeldes. E é bom que corrija seu caminho enquanto há tempo. É a única maneira do solitário viver feliz em família e dos cativos serem libertos, alcançando a prosperidade. É isso o que Deus quer. E Ele está só esperando pela atitude de arrependimento daquele que é sincero, ainda que, até hoje, tenha sido rebelde.

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

A PRINCIPAL COISA QUE DEUS NOS PEDE

Deus não atua na incredulidade e nem trabalha com incrédulos, mas só com quem crê.

A principal coisa que Deus nos pede é que nós venhamos crer Nele. Não é porque você não o vê que você vai duvidar Dele. Nós não vemos o ar que respiramos, mas sabemos que ele está aqui preenchendo os espaços e enchendo os nossos pulmões, mas até para você se beneficiar do ar, você tem usar o seu sistema respiratório, tem que ter uma ação sua para o ar levar até você o oxigênio suficiente para a sua sobrevivência.

Por este motivo creia Nele, exercite a sua fé, leia a Palavra Dele, fale com Ele crendo de todo o coração que ele está a te ouvir.

Resumindo: A principal exigência de Deus para nós é a nossa crença Nele. e depois  respirar a palavra dEle e expelir a palavra de duvida.

A justiça está em um pequeno detalhe!

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Frequentemente nos pegamos em meio a uma situação de injustiça, e quase que instintivamente, movidos por uma revolta incontrolável passamos a cobrar de Deus justiça. Como pode isso estar acontecendo comigo que sou cristã, temente ao Senhor, não faço mal a ninguém… por ai vai.
Os clamores e orações são carregados de argumentos favoráveis à nossa petição. Bradamos Àquele que tem o poder de mudar toda e qualquer situação nossas inúmeras virtudes, o que faz com que involuntariamente comecemos a fazer comparações entre nós e a outra parte. Em nenhum momento paramos para analisar que outro deve estar fazendo a mesma coisa.
Neste contexto o Criador se vê em uma saia justa, pois ama os dois, e nEle não há a vontade de praticar a injustiça. Imagino que Ele se pergunta: E agora? Atendo fulano ou beltrano? Esta á a razão que tem impedido que muitos de nós experimentem a saborosa experiência de ser justificado. A forma como apresentamos nossas queixas está errada. Além disso, Ele percebe em nosso íntimo que o objetivo é mostrar para os outros quem é mais forte, quem é o preferido do Todo Poderoso.
“…pedis e não recebeis, porque pedis mal, para esbanjardes em vossos prazeres.” Tiago 4: 3
A trecho bíblico a seguir vem quase que mesclado à parábola em que Jesus descreveu a situação vivida entre uma viúva e um juiz perverso. (Lucas 18: 3-9)
“Propôs também esta parábola a alguns que confiavam em si mesmos, por se considerarem justos, e desprezavam os outros: Dois homens subiram ao templo com o propósito de orar: um, fariseu, e o outro, publicano.O fariseu, posto em pé, orava de si para si mesmo, desta forma: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros, nem ainda como este publicano; jejuo duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho. O publicano, estando em pé, longe, não ousava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito, dizendo: Ó Deus, sê propício a mim, pecador! Digo-vos que este desceu justificado para sua casa, e não aquele; porque todo o que se exalta será humilhado; mas o que se humilha será exaltado.“ Lucas 18:9 – 14
Agora entendemos que não basta apenas apresentar argumentos e justificativas, é preciso ter a motivação correta. O Reino de Deus é assim! Quem se imagina como grande coisa, na verdade, na verdade, não passa de hipócrita. Tenha a função que tiver. Ainda que devolva o dízimo rigorosamente em dia, e seja um ofertante generoso.
Fico observando que nós ainda não fizemos NADA para Jesus e ainda assim pensamos ser grandes coisas. Oh dó! Temos mais de 8 bilhões de habitantes na terra, e o simples fato de ter sido usado para levar meia dúzia ao batismo nos faz parecer o máximo. Que Deus tenha misericórdia de nós, pois essa natureza carnal fede!
Botemos nossas barbas de molho e procuremos nos apresentar ao Juíz com os argumentos e motivações corretos, cuidando, sobretudo dos pequenos detalhes, afinal são eles que nos reprovam. O publicano se achava, tanto que esqueceu que na verdade nunca foi ninguém!

Jesus nunca existiu

Escritor alega que o Messias é somente uma lenda

O Senhor Jesus seria uma lenda, segundo o escritor norte-americano Michael Paulkovich, engenheiro aeroespacial e escritor autodidata, frequente colaborador de revistas e sites de conteúdo ateísta e humanista. Seu livro “No Meek Messiah” (“Nada de Messias Bonzinho”, em tradução livre) tem causado polêmica, pois outros estudiosos discordam do que ele diz na obra sobre Jesus ser uma invenção humana.
Paulkovich diz que analisou 126 textos de escritores e historiadores contemporâneos de Jesus e outros que viveram na época pouco posterior à Sua morte, e nenhum deles se refere ao Messias ou à sua ressurreição. O único que se refere a Jesus entre as análises de Paulkovich é o historiador judaico-americano Flávio Josefo (que viveu aproximadamente entre os anos 37 e 100 depois de Cristo – d.C), mas o escritor norte-americano sugere que seus textos foram posteriormente editados por aqueles que queriam fazer as pessoas acreditarem que Jesus existiu.
Em um artigo para divulgar seu livro, Paulkovich ridiculariza Jesus, comparando-o a um “estudante da quinta série” pelo fato de o Filho de Deus crer no Antigo Testamento, em coisas como a Arca de Noé, Adão e Eva, uma “serpente falante”, Jonas vivo na barriga de um grande peixe, a esposa de Ló ser transformada em estátua de sal e o diabo causar doenças. Para ele, o cristianismo é só mais uma mitologia, como outras anteriores.
História acrescentada por falsificadores
Nem a Bíblia escapa da “análise” do ateu. Ele chega mesmo a sugerir que o apóstolo Paulo, quando fala de Jesus, crê na crucificação como uma metáfora. E tem mais: ele diz que, no livro de Marcos, a história da ressurreição de Jesus foi posteriormente “acrescentada por falsificadores”.
O norte-americano, em seu livro e alguns artigos, diz que o “lendário” Jesus pregava o ódio e a intolerância, e cita excessos da igreja romana antiga como sendo culpa do cristianismo como um todo. É curioso o fato de que alguém que “não existe” incomode tanto o escritor, a ponto de ele dedicar seu tempo a estudá-Lo. Paulkovich também fala que “o cristianismo era uma pequeníssima e inconsequente seita fundada no século 1”. O que ele não consegue explicar é como algo tão insignificante – na opinião dele – proliferou tanto mundo afora, e ao longo de 2 mil anos.
Bem, as conclusões do escritor autodidata foram baseadas em mais de 100 textos da época, segundo ele. Mas o que ele não explica é porque escolheu exatamente textos que não falavam de Jesus. E os muitos outros que O citam? Quanto às dúvidas que levantou sobre a própria Bíblia, ele não foi o primeiro e não será o último.
Historiadores profissionais discordaram de Paulkovich em outros estudos, o que mostra que muitos homens da ciência são fortes o suficiente para, em sua humildade, crerem que há Alguém superior, que moldou o universo estudado por eles todos os dias.

domingo, 12 de outubro de 2014

Newsboys - God's Not Dead (Legendado em Português) DEUS NÃO ESTA MORTO !!


O Sacríficio



Tendo, pois, irmãos, intrepidez, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo Sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que Ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela Sua carne… Hebreus 10.19,20
Ao falar sobre o Templo para um grupo de judeus, alguém me fez a seguinte pergunta:
“Bispo, no passado, apenas o sumo sacerdote tinha acesso ao lugar mais sagrado do Templo, que era o Santo dos Santos, e, para isso, ele deveria se consagrar e se purificar durante todo o ano, caso contrário, morreria ali mesmo ao adentrar o véu. No caso do Templo de Salomão, haverá o Santo dos Santos? Todos poderemos entrar?”
Achei essa pergunta bastante interessante, pois pude falar sobre o sacerdócio do Senhor Jesus.
Isso é extremamente profundo, pois a função principal dos sacerdotes era oferecer sacrifícios por si mesmo e pelo povo.
O detalhe é que eles ofereciam os sacrifícios, mas não eram o próprio sacrifício, como foi o nosso Senhor Jesus. Ele, como Sumo Sacerdote, entrou no Santo dos Santos oferecendo a Si mesmo como Sacrifício único, perfeito e definitivo para pagar e cancelar a dívida de todos nós, ou seja, os nossos pecados, os quais nos impediam de ter acesso ao Santíssimo Lugar, onde estava o Trono do Deus Todo-Poderoso.
Ele foi, ao mesmo tempo, o Sacrificador e o Próprio Sacrifício, por isso nos consagrou um novo e Vivo Caminho por meio do Seu corpo martirizado na cruz, pelo qual podemos, pela fé, chegar à presença do Altíssimo.
Não precisamos de ninguém, nem de pastor, de padre, de bispo ou de sacerdote para entrarmos nesse Lugar tão glorioso. Sabe por quê? Porque Ele, o nosso Senhor e Salvador Jesus, cujo Nome é Santo, nos consagrou e nos fez reino de sacerdotes para Deus, como está escrito:
... E entoavam novo cântico, dizendo: Digno és de tomar o livro e de abrir-lhe os selos, porque foste morto e com Teu Sangue compraste para Deus os que procedem de toda tribo, língua, povo e nação e para o nosso Deus os constituíste reino de sacerdotes; e reinarão sobre a terra. Apocalipse 5.9,10
Isso é muito glorioso!
O Templo que nós construímos, para que o Nome do Deus Vivo nele esteja, tem no seu exterior um grande pátio, uma grande esplanada; mas, interiormente, não tem repartições, pois todo ele será o Santo dos Santos. Sim!
Todos que entram nessa Casa de Oração, sejam ricos ou pobres; cultos ou incultos; tenham ou não religião, têm acesso, pela fé no Nome do Senhor Jesus, ao Santíssimo Lugar, onde habita a glória de Deus, porque o véu que separava não separa mais, pois foi rasgado de alto a baixo.
Eis que o véu do Santuário se rasgou em duas partes de alto a baixo; tremeu a terra, fenderam-se as rochas… Mateus 27.51

O TESOURO ESCONDIDO


Existe um tesouro que está escondido, mas não em um lugar impossível de ser encontrado, pelo contrário, é mais fácil de se encontrar do que muitos podem imaginar. Uns já o encontraram, outros estão no lugar certo, mas não conseguem encontrar. O principal segredo para encontra-lo é ser perseverante.

Assista o vídeo e entenda o que nós do Exército Universal queremos dizer:

QUEM É VOCÊ DENTRO DA IGREJA?

Quem é você dentro da Igreja? Uma pergunta curiosa e ao mesmo tempo estranha, até porque dentro da igreja só existem 3 tipos de cristãos, e você tem que saber em qual dos três tipos você se encaixa. Existe o Cristão que "suporta tudo", o cristão que faz "tudo pelo próximo", e o "Cristão" que só frequenta a igreja.

Talvez você só em ler os 3 tipos que intitulamos a cima, você já se classificou como um, mas antes de você achar que é um e não o outro, você deve assistir o vídeo abaixo, e ver a explicação que o vídeo mostra, e em seguida se auto avaliar para você descobrir qual o tipo de cristão você é, e quem é você dentro da igreja. Assista:

Compartilhe para todos através do link reduzido a seguir: 
http://bit.ly/1s2CjVv

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Parecia Impossivel Mudar


Sempre sonhei em ter uma vida feliz. Família, amigos e dinheiro faziam parte de meus sonhos diários. Em casa, ao ver meus pais brigarem e não se entenderem, achava que era normal, porém, com o passar do tempo, os problemas familiares foram criando proporções inimagináveis. Brigas, desprezo, ausência de diálogos foram se tornando algo tão comum que cheguei a me convencer de que meus sonhos não passariam de mais um.
Cresci neste ambiente e decidi conhecer o lado “bom” da vida. Foi quando comecei a ser influenciada pelas minhas amizades. Na verdade, comecei a fazer delas minha própria família. Fui conhecendo outras pessoas e, claro, cada uma com suas bagagens de experiências eletrizantes. Estava entrando na onda - era assim que eles me diziam. A porta de entrada foram as baladas. Era sempre uma festa melhor do que a outra. Me sentia em  outro mundo. Segura de que estava fazendo o certo, fui me envolvendo mais a fundo, até que me ofereceram o primeiro baseado (maconha). No início disse não, achando que era forte para controlar minhas vontades, porém, cada vez que você se aprofunda nas más companhias, mais você fica escrava delas. Depois de muita insistência, nesta época já estava bebendo muito, resolvi experimentar. Bispo, é incrível, provou a primeira vez, já era!
Depois da maconha vieram as outras drogas, meu desejo era de ser como eles. Mudei meu comportamento e a minha forma de vestir, tornando-me gótica. E, como se tudo isso não bastasse, busquei mais, me envolvi no homossexualismo. Cheguei a ficar com 20 meninas no mesmo dia. Me achava o máximo. O interessante era que eu pensava estar correta, mas me enganei profundamente.
Como sempre, os prazeres deste mundo começaram a trazer as consequências traumáticas em minha vida. A primeira foi a depressão, pois, quando voltava das festas, me trancava no quarto e, ao encarar a realidade, logo vinha um profundo vazio em meu ser. Isso era constante, já que o relacionamento com meus pais era zero. Comecei a roubar dentro de casa para sustentar meus vícios. Me decepcionei por diversas vezes com garotas que eu gostava, resolvi ficar com os rapazes para ver se esse era o problema, mas as decepções só pioraram. Por fim, tentei o suicídio cortando meus pulsos.
Nessa época, minha irmã mais velha já frequentava a Universal, e, depois desta minha tentativa, mais uma vez ela se mostrou disponível a me convidar. Depois de muitos “não”, resolvi dizer sim. Ao chegar, fui de imediato acolhida por uma jovem que me falou sobre todos os detalhes das correntes e atividades que a igreja desenvolvia. Na oportunidade, ela me convidou para fazer parte do Força Jovem e mostrou o quanto eu merecia ser feliz. Bispo, o engraçado disso é que eu não suportava ver a minha irmã falando da igreja, mas tive que dar ouvidos a uma jovem desconhecida que tanto se importou por mim.
Hoje estou livre dos vícios, da depressão e das más amizades (este foi meu maior sacrifício). Amo minha família e vivo uma vida verdadeiramente feliz. Tenho orgulho de fazer parte do corpo de obreiros, ajudando a tantos que chegam à Universal assim como cheguei.
Obrigada, bispo, por tudo que o senhor suportou e enfrentou, a fim de manter esta porta aberta. Foi por ela que entrei quando achava que só a morte era minha solução. Foi por ela que me salvei.
Patrícia Leonel

Poucos fazem como os amigos de Jó

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“Ouvindo, pois, três amigos de Jó todo este mal que lhe sobreviera, chegaram, cada um do seu lugar: Elifaz, o temanita, Bildade, o suíta, e Zofar, o naamatita; e combinaram ir juntamente condoer-se dele e consolá-lo. Levantando eles de longe os olhos e não o reconhecendo, ergueram a voz e choraram; e cada um, rasgando o seu manto, lançava pó ao ar sobre a cabeça. Sentaram-se com ele na terra, sete dias e sete noites; e nenhum lhe dizia palavra alguma, pois viam que a dor era muito grande.” Jó 2: 11 e 13
Quando estamos vivendo momentos difíceis poucos são os que se aproximam para nos ajudar a vencer o período conturbado, pelo contrário, parece que os poucos ao nosso redor optam por manter distância. Porém não é este o maior problema dos que estão passando por um deserto. Vencer as sofismas, as palavras negativas passa a ser uma luta pela sobrevivência.
O amado e temente servo, Jó, recebeu sucessivas notícias ruins e ainda contraiu lepra em um período em que a doença era vista como uma praga. Todos que a contraíam deveriam ser banidos do convívio com os demais habitantes.
“Então, sua mulher lhe disse: Ainda conservas a tua integridade? Amaldiçoa a Deus e morre.” Jó 2: 9
Nestes momentos a sensação de estar só é inevitável, pois não são poucos os que se utilizam de palavras de morte para nos desanimar, nos fazer desistir. Os que discordam de tudo, que gostam de criticar, tentam fazer deste um terreno fértil para semear ervas daninha. Se não houver convicção absoluta, sucumbir é quase inevitável, pois a fragilidade é evidente.
A confiança de Deus no poder de superação de Jó era tanta, que Ele chegou a desafiar o próprio diabo. O bom é que Jó também se mantinha firma em sua crença. Por isso o apóstolo Paulo afirmou que quando estamos fracos ai é que somos fortes!
Embora seja um acontecimento raro, a atitude dos amigos de Jó, revelaram como os que realmente amam ao outro como a si mesmo agem. Em lugar de criticar ou enumerar os defeitos, por que não caminhar ao lado deste mais uma milha? Na maioria dos casos uma palavra de incentivo tem um poder restaurador imaginável. Agora, se não tiver coisas boas para falar, manter-se em silêncio pode ser o melhor remédio.
Costumo dizer que o mundo está precisando de mais pessoas que apreciem as qualidades, porque já tem gente demais criticando. Busquemos ser diferentes nisso também.

MILAGRE: HOMEM LEVA TIRO, MAS A BALA NÃO ENTRA NO CORPO

Se você não acredita em milagre, mas acredita em coincidência, queremos ver qual explicação você vai dar para o fato ocorrido no vídeo e nas imagens abaixo.

Uma família voltava de uma festa de casamento em Campinas(SP), quando o carro em que viam foi atingido duas vezes por uma batida na traseira e outra na lateral, em uma tentativa de assalto. O motorista do veículo acelerou com o carro para fugir dos assaltantes, quando os criminosos resolveram atirar.

As fotos impressionam, um dos ocupantes foi atingindo com uma bala nas costas, mas veja o que aconteceu, a bala não perfurou sua pele, ela simplesmente parou na pele. Veja as imagens e em seguida assista a matéria:


Você não pode evitar as tentações

Mas deve evitar o pecado. Coloque em prática 5 conselhos que estão na Bíblia

O pecado é uma atitude proposital contra Deus. Por isso, ao praticá-lo nos distanciamos dEle. Seria como se disséssemos: "Não Lhe aceito, não aceito as Suas leis e quero viver conforme a minha vontade!"
Porém, quando aceitamos o Senhor Jesus como nosso Salvador, devemos ter consciência de que, consequentemente, aceitamos as Suas orientações, porque elas são boas. O chamamos de Salvador porque, ao entregar-se na cruz, lutou pelo direito de salvar a nossa alma, que, até então, estava nas mãos do diabo. Assim, cabe a nós validarmos o Seu sacrifício, resistindo às tentações impostas pelo mal, ou seja, desviando-nos do pecado.
Todos nós somos tentados pelo diabo. Até mesmo o próprio Senhor Jesus foi tentado por ele quando esteve no deserto, mas resistiu, triunfando sobre Satanás. Devemos fazer o mesmo.
Veja abaixo 5 atitudes que lhe ajudarão a vencer o pecado:
1. Conheça o seu ponto fraco
"Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e Ele mesmo a ninguém tenta. Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte." Tiago 1.13-15
Ao diagnosticarmos quais são as nossas cobiças, o que nos atrai e seduz, compreendemos quais são as situações que podem ser tentadoras e, assim, podemos evitá-las.
2. Afaste-se de lugares e amizades ruins
"Não vos enganeis: as más conversações corrompem os bons costumes." 1 Coríntios 15.33
Se você vai a lugares em que aqueles "amigos" mal intencionados reúnem-se para agir ao contrário das leis de Deus, então você está expondo-se ao risco de ceder ao pecado juntamente com eles.
3. Seja amigo de Deus e busque a presença dEle
"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca." Mateus 26.41
Essa orientação do Senhor Jesus nos alerta de que somente conectados a Deus podemos triunfar sobre a carne, ou seja, sobre os nossos próprios desejos.
4. Use a autoridade contra o diabo
"Eis aí vos dei autoridade para pisardes serpentes e escorpiões e sobre todo o poder do inimigo, e nada, absolutamente, vos causará dano." Lucas 10.19
Se você está oprimido pelos sofrimentos e maus pensamentos, use a autoridade que o Senhor Jesus lhe dá para dominar o mal que atua em sua vida.
5. Você somente tem a opção de vencer
"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor." Romanos 6.23
O verdadeiro filho de Deus não tem outra opção além da Vida Eterna com o Pai, por isso, para ele, não há a alternativa de render-se ao pecado.
Caso queira aprender mais a respeito desse tema, participe, todas as quartas-feiras, da Noite da Salvação, em uma Universal mais próxima de sua casa. Encontre o endereço acessando www.universal.org/enderecos/.
Se você está passando por problemas e quer falar com um de nossos pastores ou bispos, acesse agora mesmo o Pastor Online, no endereço www.universal.org/pastoronline/.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Você sabe o que é se entregar a Deus sem reservas?

Conheça histórias de quem se entregou verdadeiramente

O mesmo ocorre quando procedemos desse mesmo jeito em nosso relacionamento com Deus. Quando desculpas são apresentadas torna-se impossível desfrutar totalmente dessa relação. Aliás, quando você se entrega a Deus com limites, é como se estivesse estipulando condições a Ele. Mas ficar com o melhor dos “dois mundos” simplesmente não dá. É preciso que haja uma entrega de corpo, de alma e de espírito.
Mas tal entrega costuma confundir a muitos, que se questionam: como fazer isso da forma correta? A escritora Tânia Rubim explica em seu blog: “Se entregar de corpo é você negar suas vontades e desejos carnais, tudo que vai contra a vontade de Deus. Você não vai mais permitir que suas vontades o dominem, mas irá dominá-las. Se entregar de alma é você lutar contra as suas emoções e sentimentos. Quando vêm as dúvidas, fraquezas, inseguranças, você usa a sua fé, não vive mais pelas circunstâncias. Se entregar de espírito é oferecer a Deus os seus sonhos, seu passado, suas vontades, seu futuro, seus segredos, é tudo sem reservas.”
Quem crê, se entrega
Quem pensa em virar a página e ler a próxima matéria do jornal por achar que o texto em questão serve de alerta apenas para os recém- chegados à Igreja, engana-se. A reflexão é importante para todos, principalmente àqueles que exercem alguma responsabilidade na Igreja.
Paloma Tavares, de 20 anos, por exemplo, era o reflexo da realidade que muitos jovens enfrentam, apesar de ter crescido na Universal. Ela frequentava religiosamente as reuniões, mas, ao mesmo tempo, colecionava experiências lamentáveis, justamente por não ter se entregado totavlmente a Deus. “Eu dava muito de mim no Força Jovem, mas ainda existia um profundo buraco no meu peito, ainda sentia tristeza quando estava só. Eu era fraca e tinha uma vontade absurda de voltar às práticas das coisas erradas, tanto que não aguentei e as pratiquei”, diz.
No entanto, ao vivenciar um quadro grave de escoliose, que quase a condenou a ficar em uma cadeira de rodas, Paloma despertou e entendeu que uma decisão de fé deveria ser tomada. Um dia, numa reunião, ela foi à frente do Altar e se comprometeu a ser uma pessoa diferente.“Eu me derramei, falei tudo que havia dentro de mim, fui sincera pela primeira vez. Foi então que a tristeza deu lugar à alegria, me senti leve, livre e preenchida. Recebi uma paz grande, que está comigo até hoje. Me tornei mais forte, feliz e decidida”, comemora.
Hoje, Paloma entende completamente o sentido da palavra entrega, já que teve que renunciar às amizades, aos maus sentimentos e, principalmente, ao orgulho. “Entendo que se entregar é passar sua vida para as mãos de Deus e ter a certeza que Ele sabe muito bem o que fazer com ela. É se dar e se despojar de tudo que você acha que é seu e se submeter a Ele por inteiro, com direito a defeitos e correções”, destaca.
A decisão de Paloma é o que o Bispo Edir Macedo chama de atitude de fé. O Bispo explica em seu blog que crer em Deus vai além de palavras e consiste em ações concretas. “Significa honrar a palavra empenhada no compromisso assumido. Muitos têm acreditado em Jesus, mas não crido nEle, porque estão mais preocupadas em receber do que em se entregar”, alerta.
Era exatamente assim que vivia Gerlaine Rocha, de 26 anos. Por anos ela frequentou a Universal, ouviu mensagens de fé, se alegrou, porém os sentimentos que alimentava dentro de si a impediam de praticar o que ouvia. “O que mais me atrapalhava eram os meus complexos, as amizades e as coisas que ilusoriamente me faziam feliz. Foi quando passei a entender que minha decisão não poderia ser mais ou menos, tinha que ser total”, expõe.
Ao entender isso, as mudanças aconteceram em todos os aspectos da vida dela e têm refletido também nas suas perspectivas de futuro. “Jamais esquecerei tudo o que essa escolha me causou, pois encontrei o sentido para a vida vazia que eu vivia. Foi o melhor que já fiz, mesmo tendo que negar a mim mesma”, afirma.
A experiência positiva de Gerlaine não é exclusividade dela, mas de todos aqueles que também decidem se lançar nas mãos de Deus, sem reservas.“Enquanto isso não acontecer, Deus não pode fazer esse milagre, porque é uma experiência exclusiva para aqueles que se entregam de corpo, alma e espírito. Se você se dá para Deus, Ele transforma a sua vida”, ensina o Bispo Macedo.

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